Queen of Tears

Nunca quisera depender de ninguém. Talvez por isso, tivesse a irritante mania de afastar todos que tentavam se aproximar. Sabia que “para sempre” era tempo demais. Sabia que todos, pouco a pouco, acabariam desistindo de tentar entendê-la. Não os culpava, nem ela mesma tinha paciência para desvendar-se. Era cheia de birras, manias, inseguranças. Era repleta de sentimentos sufocados, lágrimas escondidas e sorrisos forçados. […] Complexa. Talvez fosse essa a palavra exata para defini-la. Perdia-se em seus próprios medos. Sufocava-se em suas próprias dores. Sentia-se insuficiente, substituível. Sentia-se vazia, incompleta. Tinha tudo para ser a garota fria, insensivel, sem coração. A não ser aquela velha mania idiota de se importar tanto […]
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Uma garota nunca vai esquecer, de um oi, de um sorriso, um abraço, um ”se cuida”, mas ela lembra mais ainda de quantas vezes você a ignorou, você mentiu, você fingiu e quantas vezes ela chorou por você. 


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Anonymous asked » "Lindo seu tumblr (:"

Obrigada amor!


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"Você sabe, não sabe? Sabe que eu te daria o mundo inteiro, se eu pudesse. Que eu pediria paz ao oriente médio se você quisesse. Que iria ao espaço só pra te trazer um pedacinho da lua. Sabe que eu iria contra todos e tiraria qualquer mal que chegasse perto de ti. Sabe que eu faria tudo. Tudo por você. E com você. E pra você." —- Iolanda Valentim (ivalentim)


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"Eu sou meio que um pólo positivo, entende? Tô sempre por aí sendo atraída por pólos negativos. Deveria, deveria mesmo, procurar algum pólo positivo, legalzinho, descomplicado, que ria das minhas piadas e coisa e tal. Mas eu vivo repelindo o que eu deveria atrair. Deu pra entender o que eu disse? Não? É metafórico demais? Deixa pra lá." —- Iolanda Valentim (ivalentim)


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É que bate aquela preguiça. Aquele desânimo. Aquela vontade de passar o dia na cama, no quarto, sozinha. Sem ninguém, sem alguém, sem barulho, sem contato. Sem dar bom dia, sem gentilezas, cumprimentos, obrigações e formalidades. Sem aquelas vozes ao fundo, aquele calor insuportável, aquela constante mecanização de todos os outros dias. Sem a conversa furada, parada e sem graça. Sem essa vida tão sem voz e tão vazia e tão sem sentido. Só eu e eu mesma. Só eu e minha solidão induzida, que é quase minha melhor escolha e sempre minha principal solução. — (ivalentim) 

É que bate aquela preguiça. Aquele desânimo. Aquela vontade de passar o dia na cama, no quarto, sozinha. Sem ninguém, sem alguém, sem barulho, sem contato. Sem dar bom dia, sem gentilezas, cumprimentos, obrigações e formalidades. Sem aquelas vozes ao fundo, aquele calor insuportável, aquela constante mecanização de todos os outros dias. Sem a conversa furada, parada e sem graça. Sem essa vida tão sem voz e tão vazia e tão sem sentido. Só eu e eu mesma. Só eu e minha solidão induzida, que é quase minha melhor escolha e sempre minha principal solução. — (ivalentim) 


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Deitei na cama e suspirei pesadamente. Pela primeira vez no dia, parei de sufocar o que eu realmente sentia e permiti que doesse um pouquinho. Às vezes é bom, sabe? Deixar a ferida meio aberta. Tenho medo de esquecer algum dia. Tenho medo de virar só uma lembrança, como as outras. 
Falei, baixinho, com medo até de eu mesma me ouvir dizendo isso:
— Sinto sua falta.
Tipo, muita.
Tipo de ser difícil respirar quando penso em você, literalmente. Literalmente mesmo. Um dia desses perguntei se era normal isso à uma amiga. Incrivelmente ela já sentiu isso, até me senti melhor de não ser a única tonta no mundo.
E todo meu corpo ficou pesado demais. Afundei a cabeça no travesseiro e fechei os olhos, ciente do nó na garganta e do aperto no peito (Será que tem remédio pra isso? Será que mata?). Até quando isso, pelo amor de Deus?
Dormi com a promessa mental que eu faço todas as noites: amanhã passa.
(Iolanda Valentim)

Deitei na cama e suspirei pesadamente. Pela primeira vez no dia, parei de sufocar o que eu realmente sentia e permiti que doesse um pouquinho. Às vezes é bom, sabe? Deixar a ferida meio aberta. Tenho medo de esquecer algum dia. Tenho medo de virar só uma lembrança, como as outras. 

Falei, baixinho, com medo até de eu mesma me ouvir dizendo isso:

Sinto sua falta.

Tipo, muita.

Tipo de ser difícil respirar quando penso em você, literalmente. Literalmente mesmo. Um dia desses perguntei se era normal isso à uma amiga. Incrivelmente ela já sentiu isso, até me senti melhor de não ser a única tonta no mundo.

E todo meu corpo ficou pesado demais. Afundei a cabeça no travesseiro e fechei os olhos, ciente do nó na garganta e do aperto no peito (Será que tem remédio pra isso? Será que mata?). Até quando isso, pelo amor de Deus?

Dormi com a promessa mental que eu faço todas as noites: amanhã passa.

(Iolanda Valentim)


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"Eu sei viver sem você. Sei andar, comer, falar, ver um filme. Sei sorrir e nem é de mentira. Solto gargalhadas e conto piadas e sou rodeada pelos meus amigos o tempo todo. Leio livro, malho, faço amizades. Sou por inteira sem você. Não existe nenhuma parte faltando, mas eu faço ela faltar. É que eu não preciso de você pra nada, mas quero você pra tudo. Eis o grande problema." —- Iolanda Valentim (via ivalentim)


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STEFERINE